- D., que, sempre bem cedo, deambula por esta Lisboa [- onde cheira a chch e a sujidade contrasta com as coloridas Hordas...] - , continuando a visualizar a outra**, teria que destacar esta Crónica de M. E. C.
RECORTES:
Não se ouvem aves; nem o choro duma nora! / Tomam por outra parte os viandantes; / E o ferro e a pedra - que união sonora! - / Retinem alto pelo espaço fora, / Com choques rijos, ásperos, cantantes. «Cristalizações», Cesário Verde
- D., que, sempre bem cedo, deambula por esta Lisboa [- onde cheira a chch e a sujidade contrasta com as coloridas Hordas...] - , continuando a visualizar a outra**, teria que destacar esta Crónica de M. E. C.
RECORTES:

De «Welcome to Paradise», de A. Jorge Gonçalves;
da Casa da Editora, «Orfeu Negro»
- no «FB», J. B. remete para esta sua conversa com A. J. Gonçalves, e para os seus (respectivos) livros - textos - desenhos sobre Lisboa; no «Purgatório» de «Nada será como dante», de 13 de Junho, entre os minutos 8 e 48 e 15 e 52
- um específico «imbróglio» («ainda» só com uma década...?), numa das mais «características» ruas da Baixa: o caso do Ateneu Comercial (1880 - 2012) - artigo-reportagem na «Mensagem», jornal de (e para) Lisboa;
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| Reproduzida da «Mensagem» |
RECORTE: [...] Mas aquilo que hoje resta do Ateneu, no Palácio Povolide, no n.º 110 da rua das Portas de Santo Antão, é uma memória. Não está em ruínas, mas está praticamente fechado. Há anos que a história se conta assim num dos locais mais nobres da cidade.[...]
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A empresária soube há meses que o contrato da loja na Rua Anchieta não ia ser renovado — já está à procura de outro espaço na zona do Chiado |
- evocações «coloquiais» de uma professora e tradutora finlandesa, de 56 anos, então jovem estudante, na Lisboa (mas não só...) de 1986; no suplemento «Artéria» (do «Público»), com fotografias da própria
Recorte:
[...] Era demasiado tímida para me dirigir aos escritores que lia e admirava. Alguns só vi de relance; a figura esquiva de Maria Judite de Carvalho no longo corredor da sua casa, uma vez que Urbano Tavares Rodrigues me convidou aí, para me apresentar a João de Melo, cujo romance estudava. Com outros cheguei a colaborar; Wanda Ramos, que estava doente na altura e acabou por morrer, sem eu saber da gravidade da situação. Alguns eram professores meus; David Mourão-Ferreira ou Joaquim Manuel Magalhães. Com Saramago, coincidi em várias ocasiões, em Madrid, em Helsínquia, em Lisboa, uma vez inclusivamente sob a velha figueira do Jardim da Estrela, mas nunca ousei iniciar um diálogo. [...]
( a leitura de «Oníricas», 2023, reconduziu D. à secção da Estante da Sala onde estão os títulos de Ana Marques Gastão, e a «L de Lisboa», de 2015...)
[ o quinto dos cinco poemas traduzidos por L. F. P. P. e ontem colocados na sua Casa - Do Trapézio sem Rede»)
Lisboa
- entre Outubro de 81 e 31 de Julho de 83, D. oficinou na Travessa dos Inglesinhos (M. - B., decorada por Isabel da Nóbrega, para a Dupla Oliveira - Antunes, da V. da M., onde S. almoçava quase todos os dias, vindo de Casa, da Rua da Esperança...); [em 2002, no ANIV. de J., na nova TRAV., no CONV. das Bernardas, ainda era ANT. que ...; agora, em AGO de 22, no passeio com a General e M., avistou-se «uma sombra»...
- na novel «Mensagem», artigo - roteiro necessariamente reduzido ("um passeio") sobre essa LX Saram., tanto na Ficção como no Mundo Empírico [...]
- pelas 9, o «enevoado» permitia a descida até ao Martim Moniz (propalado «Roteiro Cosmopolita-Inclusivista»...); alternadamente, Estabelecimentos Turísticos e Estabelecimentos Abandonados (estes, a serem transformados em mais daqueles...); quanto ao Martim Moniz, Praça Central (onde «em tempos» havia «estatuetas históricas» e Repuxos...), não será propriamente «a cereja..».; é ir lá, «ver para crer»**...; (Lx é uma Cidade Pequena..., em cada Esquina...; o que faltará?)
** [final de Outubro: «vaga mig. Timorense» tem surgido nos meios de Comunic....]
- é o verso de Campos, de «Lisbon Revisited» (a Fortuna, em «diálogos entre Artes», deste poema, enche [...] ...), é o Livro, «Ensaio-Visual», de 53, de Palla-Martins (idêntica Fortuna..., a partir de «décadas depois»..)- já nestas casas várias vezes referenciado, é o DOC. de João Trabulo, de 2021, ora colocado na «RTP-PLay»... [que lá se mantenha disponível...]
- o Eléctrico 28, em peças de «Lego»; artigo da «Local», de hoje, do «Público»:
«O sonho de levar o 28 das ruas de Lisboa ao resto do mundo em peças de Lego»- Crónica de hoje; RECORTE:
[...] Um dos muitos exemplos possíveis da situação actual acontece junto ao rio, entre o Cais do Sodré e Santos. Alguém durante o reinado de Medina teve uma grande ideia reservar aquela zona para diversão nocturna, num exemplo datado e esgotado de planeamento urbano, colocando ali três discotecas a funcionar ao ar livre. Repito: ao ar livre. O som propaga-se pelas colinas, sendo frequentes as queixas, inclusive, da outra margem, porque o som, pois é, também desliza pela água. Até às 7 da manhã, de quarta a sábado, é assim. [...]
- artigo. com Fotos e sons do trabalho da Equipa de Restauro «partilhados» com as Vozes dos Guias Turísticos..., no «Mensagem»; neste Caso, o Excerto Final:
[...] Deixa o túnel com um sorriso e pincéis por lavar, mas deixa também um agradecimento, com um cunho irónico tão querido ao seu trabalho. “Um grande obrigado ao que ainda resta do Povo de Alfama”, lê-se.
- dossiê fotográfico, da Lisboa de 75, «de antes das primeiras Eleições Livres», de 2021, ora republicado, no «Público» - AQUI
- 37, não Número de Escada, na Praça, mas o ano de 1937, por V. P.; DAQUI
- R. vai perguntar-lhe o «porquê»...
- tantas vezes, nos Qd.os, foi provocatoriamente lançada a «frase-título» do Livro de João dos Santos [...];
- deixou de haver «público» que «queira» ouvir a história da decisão de «fazer nascer» J., em consequência das radiofónicas conversas das tardes dos sábados*** de «meia folga», na «horizontal», antes de D. sair para «atravessar o rio» (ainda por Cacilheiro...), para a noite na MAD.a, na MERC-BAR.. [«falsa Memória», pois as conversas, entre J. dos S. e J. C. M., foram entre Outubro de 83 e Julho de 84, o que «projecta» a Coisa para o tempo do «Aux Armes de Paris»...]
- mas houve, ainda em 2022, uma Qd.a que a atribuiu a D.; «o seu a seu dono» [...]
- numa Casa dedicada a J. dos S., a precisar de «manutenção», a referência ao filme que está na Cinemateca-Arquivo Municipal [....]
*** - outra «falsa memória» - as conversas foram transmitidas aos domingos, às 18 e 30, na «Rádio Comercial» [...]; UI, UI...
- num destes dias, F., do Bloco I, tinha «Cidade Triste e Alegre», o mítico volume da Dupla Palla-Martins ... talvez para aquelas coisas que lhes pedem na «Escola do Paraíso»...[...];
- Mestre F. S., de DES, do Qd,o da Frente do 402, lançou os seus Qd.s na senda da Exposição, e D. emprestou-lhe «Não Pai» [...]
- Foi sempre o bairro de «labuta» da General [até cerca de 2009, 2015...]; passou a ser o da RESID., após a Fuga da M. Sul (Setembro de 96); por aí «gira» D., agora, quase a «largar» a E. do Paraíso...;
- «peculiar» Bairro, ora objecto de um DOC. (e canção) de Gil do Carmo; [artigo no jornal de Lisboa, «Mensagem»
- D., já no Fj., com a General, lembra-se que, na Carga, havia Contentores de «frango congelado», e outros de «sprays insecticidas»- tudo foi parar ao Tejo...;
- por mais de 3 anos, foi objecto da «chacota» de Ref. de «língua afiada» e de [...] aumentando o «gáudio», nas tentativas, falhadas, de o «revirar», «deslodar»...
- a foto, de José Vieira Mendes, de há 38 anos, pertence a uma EXPO que originou a história de Vida(s) que o «Público» reconta [...]
- Crónica de João Pedro Pincha - «O que uma foto faz», a 11-01 [...]
- quase 4 anos e 7 milhões depois - «já pára em Arroios»...
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| Foto do «DN» |
- o painel de N. S. esperou...
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| Foto de Nuno Ferreira Santos |
- fica quase em frente da «Brasileira»; resistiu a tudo...; resistirá à PAND.a?; no «DN», na Colecção «Os Mais de Lisboa» , vídeo, sim, texto completo só para ASS.es;
- [Março de 2024: há muito concluída a recuperação do prédio para o TURIS, após ter estado sempre fechada, mas com os «antigos apetrechos» expostos, agora, retirados estes, como vai ser? ] - [e com tanta Barbearia aberta por toda a Lisboa...], + artigo de Dez. de 2023...;
«A verdadeira história dos quadros da Brasileira do Chiado – agora em Banda Desenhada» -
- no «Mensagem» - jornal de Lisboa - por Nuno Saraiva (desenho) e Ferreira Fernandes (Texto)
- artigo no «DN», de hoje, sobre a «história» da «Betesga»...;
- [quanto à «Manuel Tavares», D., quando «passa», às vezes, entra, geralmente só para «saborear com o Olhar», visto que as Verbas não «dão para tais loucuras»...]
RECORTE:
[...] O ditado 'Meter o Rossio na Rua da Betesga' [...] De onde surgiu o provérbio não sabe, mas o historiador Mário Nascimento diz que este "tem uma grandeza quase universal". "A expressão não é um exclusivo de Lisboa. Inúmeras cidades e vilas por este país têm Rossios como praças centrais e betesgas como pequenas ruas, vielas e becos sem saída. No caso de Lisboa há a feliz coincidência de o Rossio estar exatamente colado à tal pequena rua, que, na verdade, só é pequena porque foi encolhida", argumenta.
- [com a «Cerca* que não é Cerca», por COSTA, e com «o confinamento que não volta atrás», por MARC., [...]
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| Não identificada no «DN» (a Imagem reproduzida) * à A. Metropolitana... |
- R. «desencantou» excertos da «Escola do Paraíso», para enviar a A., «que ainda Mora aqui», futura Grande Leitora...; e um curto ensaio de Mexia, de 2009 (!!!)
Recorte deste:
- o artigo-reportagem de hoje, do «Ípsilon», «fala por si», i. é., por esta «escondida» «loja histórica»
- no Bloco da manhã, L., o Príncipe, não o JOG., dizia, hoje, pelas 9 e 30, após «várias ajudas», «hoje não estou inspirado...», face ao excerto - a cores, tal como lhe foi proposto:
[…] Acabaram as férias de Lídia, tudo voltou ao que dantes era, passará a vir no seu dia de folga, […] Numa destas noites Fernando Pessoa bateu-lhe à porta, não aparece sempre que é preciso, mas estava a ser preciso quando aparece, a alguém, Grande ausência, julguei que nunca mais o tornaria a ver, isto disse-lhe Ricardo Reis, Tenho saído pouco, perco-me facilmente, como uma velhinha desmemoriada, ainda o que me salva é conservar o tino da estátua do Camões, a partir daí consigo orientar-me, Oxalá não venham a tirá-la, com a febre que deu agora em quem decide dessas coisas, basta ver o que está a acontecer na Avenida da Liberdade, uma completa razia, […] A mim nunca me levantarão estátuas, só se não tiverem vergonha, eu não sou homem para estátuas, Estou de acordo consigo, não deve haver nada mais triste que ter uma estátua no seu destino, Façam-nas a militares e políticos, eles gostam, nós somos apenas homens de palavras, e as palavras não podem ser postas em bronze ou pedra, são só palavras, e basta, […] Olhe que até há quem exija a retirada do Chiado, Também o Chiado, que mal lhes fez e Chiado, Que foi chocarreiro, desbocado, nada próprio do lugar elegante onde o puseram, Pelo contrário, o Chiado não podia estar em melhor sítio, não é possível imaginar um Camões sem um Chiado, estão muito bem assim, ainda por cima viveram no mesmo século, se houver alguma coisa a corrigir é a posição em que puseram o frade, devia estar virado para o épico, com a mão estendida, não como quem pede, mas como quem oferece e dá, Camões não tem nada a receber de Chiado, Diga antes que não estando Camões vivo, não lho podemos perguntar, você nem imagina as coisas de que Camões precisaria. Ricardo Reis foi à cozinha aquecer um café, voltou ao escritório, foi sentar-se diante de Fernando Pessoa, […]Não consigo habituar-me à ideia de que você não existe, Olhe que passaram sete meses, quanto basta para começar uma vida, mas disso sabe você mais do que eu, é médico, Há alguma intenção reservada no que acabou de dizer, Que intenção reservada poderia eu ter, Não sei, Você está muito susceptível hoje, Talvez seja por causa deste tirar e pôr de estátuas, desta evidência da precariedade dos afectos, […]
«O ano da morte de Ricardo Reis», pp.
425 – 427
«Poseidon olhando o Tejo», da «Empena» de um prédio...; da autoria de «PichiAvo»
- um dos (27) murais reproduzidos no artigo - e reportagem fotográfica de hoje do «DN»
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| Uma das fotos de Diogo Soares, «Público», 01-03-2021, pp. 18-19 |
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