domingo, 12 de abril de 2015

Cais do Sodré - British Bar

- para C., morador em S. Paulo, entre os 9 (?) e os 23, no 232, 3 (prédio pombalino «colado» ao do Ascensor...),  o C. do S. era calcorreado quotidianamente...

Ilustração de João Catarino, para a Crónica habitual de A. Prado Coelho, no supl. «2» do Público, sobre o Mítico Relógio do não menos mítico espaço - na p. 31            ou                        AQUI
- Recortes:

[...] poiso predilecto de José Cardoso Pires, que no livro Lisboa, Livro de Bordo o descreveu assim: “Tem um sabor a cais sem água à vista, este lugar.”


[...] Teresa Madruga, recorda Eduardo Lourenço, diz a Bruno Ganz [no filme de Tanner]  “que andar ao contrário é uma forma como outras de medir o tempo”.



[num dos anos iniciais, no Paraíso AA, C. foi surpreendido pelas histórias do P. - mestre de E. F. - então e ainda  Propriet. do vizinho «Americano» ]