domingo, 29 de dezembro de 2013

Largo de S. Domingos

Ilustração de Mónica Cid para a «Crónica Urbana», de Alexandra Prado Coelho na «Revista 2» do Público de hoje - dedicada à «Ginjinha  ESpinheira»

sábado, 12 de outubro de 2013

Chafariz de Dentro

.S.,então D., lembra-se de aí ter passado inúmeras vezes, com o PAI VELHO, no repetido «passeio de Domingo» da I. Ou de ir visitar a prima S., que morava perto. Mas continua por fazer o «passeio geometrizado», há muito planeado, relembrado por este roteiro por «fontes e chafarizes»(ora Selados), escrito por Alexandra Prado Coelho, na sua habitual «Crónica Urbana» («Os  Hamams de Alfama»), na «Revista 2», do Público de 5 de Outubro, com ilust. de Mónica Cid.        - TEXTO - AQUI




quarta-feira, 25 de setembro de 2013

domingo, 22 de setembro de 2013

Santo Antão (Portas de) + São José

Roteiro, do Histórico e do Quotidiano ( segunda edição da Lisbon Week), em vídeos e fotos («Um mergulho nas...»), das duas ruas
 
- S. sempre foi passante esporádico quer por uma, quer por outra, excepto na fase SMT (75 a 78), em que estava diariamente na R. S., «paralela» à  de S. José
 
AQUI - em endereço do Público

Estufa Fria (Lago)

Ilust. de João Catarino, para «Crónica»,de Alexandra P. Coelho, sobre espia russa, na II Guerra
 («Solange à espera na Rotunda») na Revista 2, p. 42, do Público de hoje - [...]

E muitos, procurando a paz que a Europa tinha perdido e tentando esquecer a situação desesperada que viviam, passavam dias na Estufa Fria, ou, possivelmente, olhando para o lago junto a ela, vendo os patos sair da água e subir para a margem, para daí a pouco voltarem a mergulhar.
Mas se a Estufa Fria parecia um paraíso perdido, [...]   [ver anterior: http://lisboemas.blogspot.pt/2013/07/em-lisboa-fingir-se-feliz.html
[se o P. E. VIII fora um dos principais destinos dos passeios da I., no «Lago dos patos» leu S. O que diz Molero, na época da SMT. Aí passava as tardes, nas pausas de MED. Devagar leu. muito devagar]

[quanto ao «Hotel Avenida Palace, nos Restauradores, conhecido como pró-germânico» , também por aí andou S. - de Out de 84 a Out de 85 - alguns clientes ainda evocavam  histórias destas, 40 anos depois...]

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Lisboa, como «livro fantástico», por Fabio Salvo



"Não tirar nada que não sejam fotografias e não deixar nada além de pegadas. Os princípios básicos de um explorador urbano encaixam perfeitamente em "Convento das Mónicas - Capítulo 7", uma exploração de Fabio Salvo, fotógrafo italiano [...] "   NO P3, do Público                  - AQUI                    

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Ribeira das Naus + Almada

Crónica de Alexandra Prado Coelho e ilustração de João Catarino,  na «Revista 2» do Público, de 25 - 08, p. 34 - texto a ler       AQUI
Apoiada sobretudo na Fotobiografia, de Joaquim Vieira, a crónica roteiriza a obra «Pública» de Almada, em Lisboa 

Recorte final:

[...]    “Olha, aquele é o Almada Negreiros”, diz uma avó a uma menina de vestido às bolinhas que passeia na Ribeira das Naus. A menina, talvez de uns sete ou oito anos, provavelmente não sabe nada sobre esse homem que nasceu há 120, masolha para os dois olhos e as linhas rectas que deles saem, e talvez se interrogue se é de riso ou espanto, ironia ou mágoa, zanga ou sabedoria, esse olhar que nos interpela, logo antes do céu e do mar.

terça-feira, 30 de julho de 2013

S. Pedro de Alcântara - «Lisboa à janela fotográfica»

- era no tempo, no «ano do desmantelamento inicial» [2009]
- era no tempo em que S. ainda pedia PORTF [...]
- era num segundo «Bloco», de ADV [...]

- num dos itens - [«cruzando» Cesário com  «Smoke» (1995)] - pedia-se o registo, escrito e plástico,  dum  «cantinho» de Lisboa, à mesma hora, durante «x» [...], formando uma «série» [...]

- S. já não se lembra por que motivo S. M. M.
(excelente Qd.a, que foi para CIN - ... e «eco» disso encontrou agora S...)
escolheu S. Pedro de Alcântara e, sobretudo, tal hora [...]
- fotografou e comentou e «aguentou-se»

RECORTES (do exercício, ora «reaparecido», durante o RASGA-RASGA [...]

         Durante sete dias consecutivos, segui a «vida do miradouro» de S. Pedro de Âlcantara e tentei perceber como é que este lugar tão especial podia transmitir a essência de Lisboa. Infelizmente [...]
- Oito e meia da manhã, segunda-feira. [..] Não existe vida[...] para além de uma senhora [que] [...] observa melancolicamente a panorâmica [...]
- Oito e vinte e três [...], terça-feira. Os raios solares penetram por entre as folhagens e oferecem um ambiente deslumbrante, num jogo de luz e sombra, mas não está lá ninguém [...]
- Oito e vinte e sete [...], quarta-feira. [...] Não se ouve nem um único pombo, sequer! [...]
- Oito e trinta e quatro [...], sexta-feira. A luz voltou![...]
[...]

domingo, 21 de julho de 2013

Rossio: «Em Lisboa, fingir-se feliz»

Ilustração, de Mónica Cid,  para artigo de Alexandra Prado Coelho («Crónica Urbana» - «Em Lisboa fingíamos que éramos felizes», na «Revista 2», do Público, de 13-07-2013 ) sobre o Rossio dos Refugiados, do tempo da II Guerra, um livro recente (de Margarida de Magalhães Ramalho) e uma exposição (no Torreão Poente do T. do P.)
 


[para S., o R. ainda hoje é Roteiro e Paragem - tarda a reabilitação do Edificado Envolvente
 - quanto ao assunto, sempre o interessou e fá-lo «regressar» ao Tempo do A. P. (out de 85 a out de 86) e a um certo tipo de estrangeiros que contavam ao B., que então era, que aí iam porque tinham lido... ]

quarta-feira, 1 de maio de 2013

S. Paulo (as «línguas» que eram pedras)

[manhã cedo, lá foi T. - Graça, S. Luzia, Sé - pela primeira vez, alcançou a [que virá a ser a Nova] «Ribeira das Naus»
 - «internou-se» mais na sua Geografia de I., e o que viu, à volta da Praça de S. Paulo, deixou-o triste]
[...]
      Por toda a parte se queimava alecrim para afastar a epidemia, nas ruas, nas entradas das casas, principalmente nas casas dos doentes, ficava o ar azulado de fumo, e cheiroso, nem parecia a fétida cidade dos dias saudáveis. Havia grande procura de línguas de S. Paulo, que são pedras com o feitio de línguas de pássaro, achadas nas praias que de S. Paulo vão até Santos, será por santidade própria dos lugares ou por santificação que os nomes lhes dêem, o que toda a gente sabe é que tais pedras [...] são de soberana virtude contra as febres malignas justamente, porque, sendo feitas de subtilíssimo pó, podem mitigar o demasiado calor, aliviar as areias, e algumas vezes provocar suor.
[...]

José Saramago, Memorial do Convento, 51.ª ed., pp. 244, 245

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Lisboa (um gato de) - Vasco Graça Moura

um gato de lisboa

gato manso das velhotas
de alfama e da madragoa
dormitas sem cambalhotas
e nunca leste o pessoa.

quando ronronas não notas
tanto espreitar da patroa
nem quer's saber das gaivotas
voando no céu à toa.

dos peixes só vês as rotas
pela espinha ou quando ecoa
o pregão com cheiro às lotas
onde os despeja a canoa.

és livre e nisso te esgotas
sem remorso que te doa,
e ao peitoril não desbotas
e esta luz não te magoa,

nem vês corvos nem gaivotas
empoleirados na proa,
mas de corvos e gaivotas
faz-se o brasão de lisboa.

Vasco Graça Moura, Poesia 2001 - 2005, Lisboa, Círculo de Leitores