quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

«Da D. Carlos até ao Chile» - Manuel Alegre

LISBOA COM CESÁRIO E MELANCOLIA

1.
Há uma tal intensidade de Cesário
em certas horas de maior melancolia
que até o arranque de um eléctrico solitário
tem um não sei quê de alexandrino ao fim do dia.

2.
Passeei hoje por Lisboa a pé
como por dentro de um poema de Cesário.
Da D. Carlos até ao Chile
foram estrofes e estrofes de ferragens
bugigangas bulício maresia
com imagens do Tejo de passagem
armazéns onde cheira a especiaria
e gente em cujo rosto há ainda um rastro
um resto de viagem e melancolia.

12.11.93
Manuel Alegre - transcrito da p. 817, da Obra Poética, 2000

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Glória (Elevador da)

Do «P3» - DAQUI
«Lisboa Taciturna e um pequeno clarão de luz»
Recortes: [...]  Rui Rodrigues, 39 anos, trabalha como designer (...) e começou a fotografar há cerca de dez anos "de forma esporádica". (...) Viveu em Torres Vedras muitos anos e hoje vive "a cidade com a luz mais bonita do mundo" na companhia do filho, que há dois anos ilumina uma galeria de fotos taciturnas e muitas vezes severas — "velhotes, pessoas cabisbaixas, nevoeiro, o Tejo oriental dos barcos e dos batelões". "(...) Cartier-Bresson disse que "a fotografia é colocar na mesma linha de visão a cabeça, o olhar e o coração". A fotografa de Rui entende esse equilíbrio.

domingo, 27 de novembro de 2016

«Lisboa, Uma Grande Surpresa»

- É o título da exposição que resulta da recente reescrita da História - neste caso da Fotografia «sobre» Lisboa 
- uma década (1898-1908) de exaustivo levantamento - agora «resgatada» de um século de Anonimato 
- é Obra

- história «de uma Lisboa Triste» contada por Sérgio B. Gomes no «P2» de hoje

sábado, 29 de outubro de 2016

URGENTE: alguém faça um destes para Lisboa...

Lido no «Fugas» - AQUI
- Joana Estrela, «designer» e Ilustradora, editou um MAPA com a lista dos «10 melhores lugares do Porto para CHORAR...»
- vão  (da casa de banho) «da cave do bar Plano B, junto à Torre dos Clérigos» até à Foz (“que podia ser mais perfeito que olhar o mar e chorar?”),  passando pelo  “paraíso dos gatos”, pela  «Casa da Mariquinhas» (rest.),  «Prado do Repouso» (cemit.) e OUTROS... - vai ser de «rir e chorar por mais», certamente...

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Lisboa («Nocturno de») - Eugénio

NOCTURNO DE LISBOA

Pela noite adiante, com a morte na algibeira,
cada homem procura um rio para dormir,
e com os pés na lua ou num grão de areia
enrola-se no sono que lhe quer fugir.

Cada sonho morre às mãos doutro sonho.
Dez reis de amor foram gastos a esperar.
O céu que nos promete um anjo bêbado
é um colchão sujo num quinto andar.

Eugénio de Andrade (1923-2005), de Os amantes sem dinheiro (1950)

sábado, 8 de outubro de 2016

«Luzboa» - «Ilha dos Amores» - «V Império»

«De Nuno Gama não se pode dizer que não parte um prato. Pôs 78 homens alinhados na Praça do Império, todos de prato em riste. Cada prato tem uma palavra. [...] último acto do único grande desfile aberto ao público da ModaLisboa. De repente, as palavras – “badalhoco”, “bissexual”, “preconceito”, “muçulmano”, “caixa d’óculos” ou “diferença” – vão ao ar e despedaçam-se no chão. E a banda continua a tocar.

O sol abrasador deste sábado em Belém recebeu a colecção de Gama para o próximo Verão, vinda da Ilha dos Amores a caminho do V Império. Luzboa, [...] 
Recorte do texto de Joana Amaral Cardoso, do Público - DAQUI Fotógrafo identificado

segunda-feira, 18 de julho de 2016

«Chafariz de Dentro» + «a Verdinha» de J. B....

- por volta dos 16' 25'', do programa «Literatura Aqui», de 5 de Julho, da RTP 2, J. B. como «Cicerone» da  narrativa com que participou na Obra «Ler e Ver Lisboa»... e dos seus próprios percursos pela cidade...

- [quanto ao livro, parece que será necessário ir ao Saldanha, à L. M....]

domingo, 15 de maio de 2016

Palacetes

- Dossiê sobre os palacetes de Lisboa, no Expresso - «Viagem aos palácios abandonados» - os «arruinados» e os que estão em vias de Recuperação - com vários vídeos [...]                    - AQUI

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Roteiro - em «5 Etapas»

- com partida e regresso ao Jardim Constantino - com diverso material, sugestões, informações... - a percorrer, no próximo Verão?

- «Da Rua das Barracas à da Inveja» - no Observador

sexta-feira, 22 de abril de 2016

sábado, 9 de abril de 2016

«Os meninos e as meninas» - Querubim Lapa

'Os Meninos e as Meninas', na Escola Mestre Querubim Lapa, em Campolide, Lisboa

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Rua da Prata, 78

[11 e 45; 
- Augusta, Conceição - o ponteiro custou mais 3 euros do que o da última vez - Prata; 
- parece Outro Mundo, com prédios por RecUp. e lojas que «já foram»; a 10 metros, na Augusta,  Flui o Rio dos Turis., quais CARN....]

Rua da Prata, no toldo do n.º 78:
"The World needs Nata"

[Marcha: "Cá vai Lisboa..."]

domingo, 27 de março de 2016

Alcaçarias (Largo das) + Zimler + Judiarias + Apaga-Apaga

PAULO SPRANGER/GLOBAL IMAGENS

O artigo, do DN,  faz o «roteiro» do Roteiro construído a partir de "O último cabalista..." (de 96, e que D. leu, há anos, já) [...]

- na páscoa de 1506... 

(V. recorda que muita coisa saiu, sobre esse Massacre, pelo centenário, ...)

- ao Passeio, pp. dito (do Rossio a Alfama), a Mentora chama "Exercício de Apaga-Apaga" (ou da "borracha mágica")


- DAQUI

segunda-feira, 14 de março de 2016

Vila Martel (+ Columbano + Antero + Skapinakis...)

Lisboa vista da Vila Martel
por Nikias Skapinakis, 1956
 



«O sítio onde Columbano pintou Antero» -  Artigo, da hist. Margarida Elias -  que traça a história da Vila, no Público de hoje 
- AQUI



No mesmo endereço, artigo que avalia o que já se fez nessa  zona da Encosta da Glória e o que mais se planeia fazer...
AQUI

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Lisboa Romana




Olisipo (Lisboa), numa reconstituição virtual de César Figueiredo para o filme Fundeadouro romano em Olisipo, de Raul Losada

[«Lusitânia, uma terra no fim do mundo» - artigo do Público, de 31-01,  sobre Exposição no M. N. de Arq. - Daqui]

sábado, 30 de janeiro de 2016

"[...] despertam-me um desejo absurdo de prazer"

"[...] que as sombras, o bulício, a maresia / despertam-me um desejo absurdo de sofrer" (« O sentimento de um ocidental», Cesário Verde)

"[...] despertam-me um desejo absurdo de prazer." (MEC, na Narrativa de hoje - «Lisboa Dantes» - AQUI

- sem comentários

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Lisboa como Palco Publicitário

- até  como «acelerado» Palco Publicitário, Lisboa «fica Bem..»
- ruas e zonas representadas: Cais do Sodré, Terreiro do Paço, Rua do Alecrim...

https://www.youtube.com/watch?v=e_vL-xam9Vo


domingo, 17 de janeiro de 2016

Liberdade (Avenida da)

Ilustração de Patrícia Furtado para artigo «Imobilário» («A Avenida mais cara....») do DN - DAQUI

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Ardinas

- Ardinas, D. conheceu muitos, quando foi C. [...]; o cheiro do papel e das sacas de Lona que carregavam aos ombros [...]; alguns, em quiosques impro-visados; a maioria "deambulantes"; o Sr. [...],  com o Estaminé pendurado  no GRadeamento da Conservatória do R. Autom., emprestava-lhe todos os jornais, revistas e «BD.s» de então - com eles, o Menino ocupava as manhãs, isentas de aulas [...]
- «meu irmão» é uma da expressões que o sr. J. C. S. dirige aos compradores, há anos, do seu Quiosque, «do modelo único» actual, instalado em frente à COR., no Chile - brasileiro, figura humorada, tem «leituras e estudos»- V. já o verificou várias vezes [...]; foi-lhe mostrar a ilustração, parodiando «que era ele» (...)

Ilustração de João Catarino, para a Crónica de Alexandra Prado Coelho (autobiog.), na «Revista» 2, do Público de domingo, 20 (primeiro da PAUSA, Aleluia)    -
 RECORTE inicial:
Lembro-me muito bem do som, um baque surdo, do jornal a aterrar no tapete à porta de nossa casa. Era entregue todos os dias de manhã cedo pela “senhora dos jornais”. Eu ouvia os ruídos tão familiares que o elevador fazia e pelos quais confirmava que já tinha passado o terceiro andar e que estava a chegar ao quarto, o nosso. As portas metálicas abriam-se e o jornal voava um metro até à porta. Ainda de pijama, eu entreabria a porta e puxava-o para dentro. [...]
Restante:       - AQUI

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Rua Nova dos Mercadores

«A quinta avenida do século XVI ficava em Lisboa»

Dois quadros descobertos em 2009 originaram um livro sobre a Lisboa quinhentista e a Rua Nova dos Mercadores. Naquela artéria confluíam produtos do império e gentes de todo o mundo, transformando a capital portuguesa numa cidade global.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

EntreCampos (Rua de)

Ilustração de Mónica Cid, para a crónica de Alexandra Prado Coelho - «Quando a minha rua era uma aldeia» - na «Revista 2», em que se relaciona fotografia de obra de Marina Tavares Dias com memórias da própria cronista-       DAQUI

domingo, 25 de outubro de 2015

Monte Carlo (Café)

[O M. C. abriu em 55, ano do Nasc. de D...]

Ilustração de João Catarino para a Crónica «Cafés, Cinemas e Bifes»,  de A. Prado Coelho, na «2», de hoje

- AQUI


terça-feira, 20 de outubro de 2015

Martim Moniz

Esta obra [de Carlos Botelho], [...]  óleo sobre tela, assinado e datado de 1972, retrata a Praça do Martim Moniz, em Lisboa, [...].



quarta-feira, 7 de outubro de 2015

«Lisboa - cidade triste e alegre»

[deste «Fotolivro», dito «de culto», V. terá recebido, já há algum tempo, oferecida por Mestre B. S., uma «cópia», em DVD - que não sabe «onde pára...»]         [título que é um verso de Campos, relembre-se]

Reedição, em papel, objeto de notícia no Obs., com reprodução de várias fotografias                           - AQUI

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Santa Apolónia - «fora de linhas»

- é um dos Roteiros que C. costuma «palmilhar»,  com  General Z, ao final das tardes de V.: descer a Galhardo e a Mouzinho de Albuquerque e seguir até Santa Apolónia ( e para lá, depois...)

- S. A. «Fora de Linhas» roteiro videográfico, na Casa Do Público

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

LIsboa que amanhece - André Carrilho

[Lisboa «avistada» da Zmab, ao 13.º dia ou 1.º (de 5, espera-se...) da 18.ª «Avalanche»...]

Lisboa Que Amanhece, Editora Abysmo
André Carrilho   - dito «construtor de Puzzles- (no)     - do Expresso

domingo, 12 de abril de 2015

Cais do Sodré - British Bar

- para C., morador em S. Paulo, entre os 9 (?) e os 23, no 232, 3 (prédio pombalino «colado» ao do Ascensor...),  o C. do S. era calcorreado quotidianamente...

Ilustração de João Catarino, para a Crónica habitual de A. Prado Coelho, no supl. «2» do Público, sobre o Mítico Relógio do não menos mítico espaço - na p. 31            ou                        AQUI
- Recortes:

[...] poiso predilecto de José Cardoso Pires, que no livro Lisboa, Livro de Bordo o descreveu assim: “Tem um sabor a cais sem água à vista, este lugar.”


[...] Teresa Madruga, recorda Eduardo Lourenço, diz a Bruno Ganz [no filme de Tanner]  “que andar ao contrário é uma forma como outras de medir o tempo”.

- [num dos anos iniciais, no «Paraíso AA», C. foi surpreendido pelas histórias do P. - mestre de E. F. - então, e ainda, Propriet. do vizinho «Americano» ]


quinta-feira, 5 de março de 2015

1.º de Dezembro (Rua)

Rua 1.º de Dezembro

 À hora X, no Café Portugal
à mesa Z, é sempre a mesma cena:
uma toupeira ergue a mãozinha e acena…
Dois picapaus querelam, muito entusiasmados:
que a dita dura dura que não dura
a dita dita dura dura desdita!
Um pássaro cantor diz que isto assim é pena
E um senhor avestruz engole ovos estrelados


Mário Cesariny, Nobilíssima visão. Lx, Assírio & Alvim, 1991, p. 19 [1.ª ed: 1959; escrito entre 1945-46]

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Rossio (Paris, Sintra...)


     No final do século XIX a Estação Central era o terminus do famoso Sud-Express, que ligava Lisboa à capital com que todos sonhavam: Paris.
Texto de Alexandra Prado Coelho e Ilustração de João Catarino
          A partir de 5 de Dez. de 89, ao final de tarde, C., então D. [já com 34...], juntava-se às M., nos sobrelotados comboios...; ia até ao Cacém, à F. D., onde fora nocturnamente colocado, num «MiniConc», iniciando o percurso que o trouxe até Aqui [...mesmo que Diaf. CONG., desde 05..., a palavra Carreira continua a «bater»...]

       Nesta «Crónica Urbana», de A. P. Coelho, também é referido, inevitav., o H. A. P., de 1892, onde, durante um ano, de out. de 85 a out. de 86, C. atravessava diariamente uma enorme Nave Escura... [outras histórias...]

Ler, na totalidade, na p. 31 do «2», supl. domin. do Público, de 08-02-2015, ou AQUI

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

«Lisboa desaparecida»

- «Saudades da Lisboa desaparecida» - da de antes do Terramoto - é o título do «dossiê compósito» publicado pelo Público
- Terreiro do Paço, Rossio (+ Jerónimos + Mafra), com comparação «tecno» entre Gravuras - cópias entre si? - algumas (re)descobertas...
- aqui fica o endereço - para «reencontrar» quando passar para a «Gaveta-Tela de Baixo...»
- AQUI
- REVER TAMBÉM - AQUI («Terreiro do Paço reconstruído»)

domingo, 2 de novembro de 2014

Rua Ivens + Rua Garrett + Querubim Lapa

Ilustração de Mónica Cid para a «Crónica Urbana» «Ritz  e Casa da Sorte, Lisboa» - em que Alexandra Prado Coelho se encontra com Mestre Q. L., 88 anos, preocupado com (o futuro da) a obra que «espalhou pela cidade...» -  na p. 31 da Rev. «2» do Público de hoje - OU AQUI

[Quando C., então D., «aportou» no Paraíso («9293», primeiro, «9697», depois), já Mestre Q. L. estaria «apos.» - mas raro seria o dia em que não o via por lá ... ]

domingo, 7 de setembro de 2014

Rua da Conceição

Ilustração de Mónica Cid, para a «Crónica Urbana», «Rua da Conceição», de Alexandra Prado Coelho, na REV. «2», p. 31, do Público de hoje
OU AQUI

RECORTE FINAL:
Mas o que mais me encantava eram os botões. Caixas e caixas de botões, e nós à procura de um igual ao que tinha caído da manga do casaco — ou então, decididas a arrancar o da outra manga para substituir os dois por outros mais bonitos. No exterior da caixa, de lado, alinhavam-se como uma família cinco botões iguais, do maior até ao mais pequeno. Dentro da caixa, a família multiplicava-se e misturava-se, e era preciso encontrar os dois gémeos com que íamos sair da loja, embrulhados num pedaço de papel tão pequeno que a minha avó tinha de o guardar no porta-moedas para não o perdermos.
Voltávamos para casa com o problema resolvido — e o mundo parecia organizado como uma caixa de botões e confortável como uma meada de lã.
[C. passa  amiúde pela Rua da CONC. - está no percurso do «28» [hoje, «enchumaçado» de TURIS)
 - aí visita uma das últimas Papelarias «decentes», a única onde compra o PONT-CAN com que «macaqueia» a AUTOR... no QUAD. -  (um dia, o FUNC lembrou que, «só na Baixa, eram mais de quarenta...»)]

- em prédios degradados, resistem as RETROSARIAS
[nas casas da INF de C., a visita da Modista - a DONA LAURA, por décadas - chegou  a  ser  semanal - eram 6 pessoas, 3 crianças - havia sempre roupa para arranjar, modificar...]

 

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Rua do Loreto, 15 - 17

[pela «Geografia da Infância», C., então D., frequentava as «matinées» [de DOM à tarde] de, pelo menos,  3 cinemas:
1. Cinearte (a Santos, que, por ora, continua a ser a Casa de «A Barraca»...)
2. Ideal (que nomes entretanto foi tendo?) no Loreto («entre» Camões, Bairro Alto, Chagas, Bica...) - filmes populares, de «Aventuras», «Westerns» e afins...)
[era o «tio Armando» que levava o Menino ao «PIOLHO» - nome «não-metafórico»?)
3. Jardim Cinema (ao Rato, menos vezes...)
4. Chiado Terrace (?); Tivoli(?), Condes(?)

- no «pós - 25», o «Ideal» teve «Fases» (que «prolongavam sempre mais» a Agonia...): a do Cinema Indiano; a do Filme P.  [...] ...
 
 [quando houve um «Ciclo Pasolini» [Data??], D. voltou lá [...]
- o que passava na Tela «não batia certo» com «aquele»  Público [...] e D. saiu «naturalmente mal disposto», após o (primeiro) visionamento de «S. ou os 120 dias de S.», em tal «ambiente...»
 
- aos 110 anos (ainda há M.?), sofre recuperação a SÉRIO - e de livro entretanto saído com a história, fala a autora (M. do C. Piçarra - «tinha um público muito masculino») em vídeo do Observador:                 AQUI

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Madragoa, ex - Mocambo

- C., sempre como D., pode referir «3 Madragoas pessoais»:

1. a da Infância, das Marchas, das [...]
2. a do Liceu, do P. M. - aí morava o G., «desbocado brigão criado por avó...»- se a «MEMO» não falha - bairro de ocasionais «surtidas» [...]
3. a da «M. B.», na Travessa das Inglesinhas, calcorreada em quotidiano de Sobrevivência, entre Out. de 91 e 31 de Julho de 93... [outras histórias...]
«África no centro de Lisboa. Negros, pescadores e freiras. Histórias (esquecidas) da Madragoa, anteriormente conhecida como Mocambo.»
 Alexandra Prado Coelho (texto) e Mónica Cid (ilustração) - Público, «Revista 2», 13-07-2014, p. 31
 
RECORTE:


[...] No Mocambo, bairro criado por alvará régio no final do século XVI, misturavam-se negros e pescadores, para além das religiosas dos vários conventos que ali existiam.[...] 
Completo: AQUI
  

domingo, 27 de julho de 2014

Barbeiros, II

      Nesta ilustração de João Catarino, para a «Crónica Urbana» «Costureiras, ardinas e barbeiros na Lx de outros tempos» (Público, «Revista 2», 27-07, p. 319), é representada a Barbearia Campos, do Chiado  (que «sobrevive») - (as referidas noutra Casa, para a década de 60,  seriam a «versão modesta, ou «de bairro», desta).

A cronista (A. P. C.), partindo de «uma coleção do Notícias Ilustrado dos inícios de 30, discorre sobre este e outros Tipos da Lisboa de então            - AQUI