sexta-feira, 3 de março de 2017

Rua Luís Monteiro

- é aí que J. estaciona, a dois passsos da Escola do Paraíso, e no tempo da saída de alguns dos moradores, até agora, sem «Emel» 
- a arq. A. B. confirmou que a Ruína foi um «Lavadouro Municipal...»

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Rua Garrett, 37: Querubim Conventual

Fotos de Miguel Manso
- mesmo cedo, a um domingo, rapidamente o espaço encheu; uma das Oficiantes informou que só tinham aberto a 27 de Janeiro...; 
- passar da Lotaria àquele «mar de Amarelo», com Querubim «em volta» é Obra; o artigo da «Fugas», de sábado, relata a preservação das Placas Cerâmicas...:
[...] Os dois anos de obras foram preenchidos por preocupações para conseguir preservar o património da antiga Casa da Sorte: o resultado de um trabalho “com características únicas” de articulação entre um arquitecto (Francisco Conceição Silva, 1922-1982) e um ceramista (Querubim Lapa, 1925-2016), comenta à Fugas Rita Gomes Ferrão, historiadora da Arte. [...]
 [...] uma "joalharia de bolos" conventuais. [...] = «Estendal de Bombas Colesterólicas», para J.]

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Lisboa (ao Som de)

- livro, projeto, objeto...
[relocalizado]
- no endereço da «Letra Pequena» - AQUI

- «Casa do Lançamento» - FRancisca Ramalho - AQUI   e AQUI

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

João do Rio (praça) - Manuel Alegre

PRAÇA JOÃO DO RIO
OU 
O SEGUNDO POEMA DO PORTUGUÊS ERRANTE

Lisboa é esta praça com árvores e com pássaros
melros piscos toutinegras rouxinóis
e barcos inconcretos nos telhados onde
o azul do céu é já um mar do avesso
um reflexo do Tejo ou talvez um
pressentimento de ocidente ocaso Cabo Raso
um navegar só verbo em navio nenhum.
Lisboa é esta janela de onde vejo
tudo o que não se vê que é o que há mais
em Lisboa onde se vê mesmo sem ver o Tejo
e onde cada varanda é sempre um cais.
Lisboa é esta praça e esta janela
minha nau capitânia sobre o insondável
dentro de casa eu vou de caravela
Bartolomeu Dias neste mar inavegável
não há Índia perdida que não possa ser achada
Lisboa é esta praça e esta viagem
esta partida mesmo se parada
este embarcar no azul até chegar àquela margem
em cuja linha só o abstrato pensamento passa
a margem única e absoluta não mais que pura imagem
sem precisar sequer sair da Praça
João do Rio número onze quarto direito
onde eu Ulisses vou à proa
além de qualquer cabo e qualquer estreito
em Lisboa por dentro de Lisboa.


Manuel Alegre, Livro do Português Errante, 2001, D. Quixote, pp. 39, 40

Inscrito na pedra - imagem do Sítio da C. M. - DAQUI

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

«Da D. Carlos até ao Chile» - Manuel Alegre

LISBOA COM CESÁRIO E MELANCOLIA

1.
Há uma tal intensidade de Cesário
em certas horas de maior melancolia
que até o arranque de um eléctrico solitário
tem um não sei quê de alexandrino ao fim do dia.

2.
Passeei hoje por Lisboa a pé
como por dentro de um poema de Cesário.
Da D. Carlos até ao Chile
foram estrofes e estrofes de ferragens
bugigangas bulício maresia
com imagens do Tejo de passagem
armazéns onde cheira a especiaria
e gente em cujo rosto há ainda um rastro
um resto de viagem e melancolia.

12.11.93
Manuel Alegre - transcrito da p. 817, da Obra Poética, 2000

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Glória (Elevador da)

Do «P3» - DAQUI
«Lisboa Taciturna e um pequeno clarão de luz»
Recortes: [...]  Rui Rodrigues, 39 anos, trabalha como designer (...) e começou a fotografar há cerca de dez anos "de forma esporádica". (...) Viveu em Torres Vedras muitos anos e hoje vive "a cidade com a luz mais bonita do mundo" na companhia do filho, que há dois anos ilumina uma galeria de fotos taciturnas e muitas vezes severas — "velhotes, pessoas cabisbaixas, nevoeiro, o Tejo oriental dos barcos e dos batelões". "(...) Cartier-Bresson disse que "a fotografia é colocar na mesma linha de visão a cabeça, o olhar e o coração". A fotografa de Rui entende esse equilíbrio.

domingo, 27 de novembro de 2016

«Lisboa, Uma Grande Surpresa»

- É o título da exposição que resulta da recente reescrita da História - neste caso da Fotografia «sobre» Lisboa 
- uma década (1898-1908) de exaustivo levantamento - agora «resgatada» de um século de Anonimato 
- é Obra

- história «de uma Lisboa Triste» contada por Sérgio B. Gomes no «P2» de hoje

sábado, 29 de outubro de 2016

URGENTE: alguém faça um destes para Lisboa...

Lido no «Fugas» - AQUI
- Joana Estrela, «designer» e Ilustradora, editou um MAPA com a lista dos «10 melhores lugares do Porto para CHORAR...»
- vão  (da casa de banho) «da cave do bar Plano B, junto à Torre dos Clérigos» até à Foz (“que podia ser mais perfeito que olhar o mar e chorar?”),  passando pelo  “paraíso dos gatos”, pela  «Casa da Mariquinhas» (rest.),  «Prado do Repouso» (cemit.) e OUTROS... - vai ser de «rir e chorar por mais», certamente...

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Lisboa («Nocturno de») - Eugénio

NOCTURNO DE LISBOA

Pela noite adiante, com a morte na algibeira,
cada homem procura um rio para dormir,
e com os pés na lua ou num grão de areia
enrola-se no sono que lhe quer fugir.

Cada sonho morre às mãos doutro sonho.
Dez reis de amor foram gastos a esperar.
O céu que nos promete um anjo bêbado
é um colchão sujo num quinto andar.

Eugénio de Andrade (1923-2005), de Os amantes sem dinheiro (1950)

sábado, 8 de outubro de 2016

«Luzboa» - «Ilha dos Amores» - «V Império»

«De Nuno Gama não se pode dizer que não parte um prato. Pôs 78 homens alinhados na Praça do Império, todos de prato em riste. Cada prato tem uma palavra. [...] último acto do único grande desfile aberto ao público da ModaLisboa. De repente, as palavras – “badalhoco”, “bissexual”, “preconceito”, “muçulmano”, “caixa d’óculos” ou “diferença” – vão ao ar e despedaçam-se no chão. E a banda continua a tocar.

O sol abrasador deste sábado em Belém recebeu a colecção de Gama para o próximo Verão, vinda da Ilha dos Amores a caminho do V Império. Luzboa, [...] 
Recorte do texto de Joana Amaral Cardoso, do Público - DAQUI Fotógrafo identificado

segunda-feira, 18 de julho de 2016

«Chafariz de Dentro» + «a Verdinha» de J. B....

- por volta dos 16' 25'', do programa «Literatura Aqui», de 5 de Julho, da RTP 2, J. B. como «Cicerone» da  narrativa com que participou na Obra «Ler e Ver Lisboa»... e dos seus próprios percursos pela cidade...

- [quanto ao livro, parece que será necessário ir ao Saldanha, à L. M....]

domingo, 15 de maio de 2016

Palacetes

- Dossiê sobre os palacetes de Lisboa, no Expresso - «Viagem aos palácios abandonados» - os «arruinados» e os que estão em vias de Recuperação - com vários vídeos [...]                    - AQUI

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Roteiro - em «5 Etapas»

- com partida e regresso ao Jardim Constantino - com diverso material, sugestões, informações... - a percorrer, no próximo Verão?

- «Da Rua das Barracas à da Inveja» - no Observador

sexta-feira, 22 de abril de 2016

sábado, 9 de abril de 2016

«Os meninos e as meninas» - Querubim Lapa

'Os Meninos e as Meninas', na Escola Mestre Querubim Lapa, em Campolide, Lisboa

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Rua da Prata, 78

[11 e 45; 
- Augusta, Conceição - o ponteiro custou mais 3 euros do que o da última vez - Prata; 
- parece Outro Mundo, com prédios por RecUp. e lojas que «já foram»; a 10 metros, na Augusta,  Flui o Rio dos Turis., quais CARN....]

Rua da Prata, no toldo do n.º 78:
"The World needs Nata"

[Marcha: "Cá vai Lisboa..."]

domingo, 27 de março de 2016

Alcaçarias (Largo das) + Zimler + Judiarias + Apaga-Apaga

PAULO SPRANGER/GLOBAL IMAGENS

O artigo, do DN,  faz o «roteiro» do Roteiro construído a partir de "O último cabalista..." (de 96, e que D. leu, há anos, já) [...]

- na páscoa de 1506... 

(V. recorda que muita coisa saiu, sobre esse Massacre, pelo centenário, ...)

- ao Passeio, pp. dito (do Rossio a Alfama), a Mentora chama "Exercício de Apaga-Apaga" (ou da "borracha mágica")


- DAQUI

segunda-feira, 14 de março de 2016

Vila Martel (+ Columbano + Antero + Skapinakis...)

Lisboa vista da Vila Martel
por Nikias Skapinakis, 1956
 



«O sítio onde Columbano pintou Antero» -  Artigo, da hist. Margarida Elias -  que traça a história da Vila, no Público de hoje 
- AQUI



No mesmo endereço, artigo que avalia o que já se fez nessa  zona da Encosta da Glória e o que mais se planeia fazer...
AQUI

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Lisboa Romana




Olisipo (Lisboa), numa reconstituição virtual de César Figueiredo para o filme Fundeadouro romano em Olisipo, de Raul Losada

[«Lusitânia, uma terra no fim do mundo» - artigo do Público, de 31-01,  sobre Exposição no M. N. de Arq. - Daqui]

sábado, 30 de janeiro de 2016

"[...] despertam-me um desejo absurdo de prazer"

"[...] que as sombras, o bulício, a maresia / despertam-me um desejo absurdo de sofrer" (« O sentimento de um ocidental», Cesário Verde)

"[...] despertam-me um desejo absurdo de prazer." (MEC, na Narrativa de hoje - «Lisboa Dantes» - AQUI

- sem comentários

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Lisboa como Palco Publicitário

- até  como «acelerado» Palco Publicitário, Lisboa «fica Bem..»
- ruas e zonas representadas: Cais do Sodré, Terreiro do Paço, Rua do Alecrim...

https://www.youtube.com/watch?v=e_vL-xam9Vo


domingo, 17 de janeiro de 2016

Liberdade (Avenida da)

Ilustração de Patrícia Furtado para artigo «Imobilário» («A Avenida mais cara....») do DN - DAQUI

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Ardinas

- Ardinas, D. conheceu muitos, quando foi C. [...]; o cheiro do papel e das sacas de Lona que carregavam aos ombros [...]; alguns, em quiosques impro-visados; a maioria "deambulantes"; o Sr. [...],  com o Estaminé pendurado  no GRadeamento da Conservatória do R. Autom., emprestava-lhe todos os jornais, revistas e «BD.s» de então - com eles, o Menino ocupava as manhãs, isentas de aulas [...]
- «meu irmão» é uma da expressões que o sr. J. C. S. dirige aos compradores, há anos, do seu Quiosque, «do modelo único» actual, instalado em frente à COR., no Chile - brasileiro, figura humorada, tem «leituras e estudos»- V. já o verificou várias vezes [...]; foi-lhe mostrar a ilustração, parodiando «que era ele» (...)

Ilustração de João Catarino, para a Crónica de Alexandra Prado Coelho (autobiog.), na «Revista» 2, do Público de domingo, 20 (primeiro da PAUSA, Aleluia)    -
 RECORTE inicial:
Lembro-me muito bem do som, um baque surdo, do jornal a aterrar no tapete à porta de nossa casa. Era entregue todos os dias de manhã cedo pela “senhora dos jornais”. Eu ouvia os ruídos tão familiares que o elevador fazia e pelos quais confirmava que já tinha passado o terceiro andar e que estava a chegar ao quarto, o nosso. As portas metálicas abriam-se e o jornal voava um metro até à porta. Ainda de pijama, eu entreabria a porta e puxava-o para dentro. [...]
Restante:       - AQUI

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Rua Nova dos Mercadores

«A quinta avenida do século XVI ficava em Lisboa»

Dois quadros descobertos em 2009 originaram um livro sobre a Lisboa quinhentista e a Rua Nova dos Mercadores. Naquela artéria confluíam produtos do império e gentes de todo o mundo, transformando a capital portuguesa numa cidade global.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

EntreCampos (Rua de)

Ilustração de Mónica Cid, para a crónica de Alexandra Prado Coelho - «Quando a minha rua era uma aldeia» - na «Revista 2», em que se relaciona fotografia de obra de Marina Tavares Dias com memórias da própria cronista-       DAQUI

domingo, 25 de outubro de 2015

Monte Carlo (Café)

[O M. C. abriu em 55, ano do Nasc. de D...]

Ilustração de João Catarino para a Crónica «Cafés, Cinemas e Bifes»,  de A. Prado Coelho, na «2», de hoje

- AQUI


terça-feira, 20 de outubro de 2015

Martim Moniz

Esta obra [de Carlos Botelho], [...]  óleo sobre tela, assinado e datado de 1972, retrata a Praça do Martim Moniz, em Lisboa, [...].



quarta-feira, 7 de outubro de 2015

«Lisboa - cidade triste e alegre»

[deste «Fotolivro», dito «de culto», V. terá recebido, já há algum tempo, oferecida por Mestre B. S., uma «cópia», em DVD - que não sabe «onde pára...»]         [título que é um verso de Campos, relembre-se]

Reedição, em papel, objeto de notícia no Obs., com reprodução de várias fotografias                           - AQUI

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Santa Apolónia - «fora de linhas»

- é um dos Roteiros que C. costuma «palmilhar»,  com  General Z, ao final das tardes de V.: descer a Galhardo e a Mouzinho de Albuquerque e seguir até Santa Apolónia ( e para lá, depois...)

- S. A. «Fora de Linhas» roteiro videográfico, na Casa Do Público

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

LIsboa que amanhece - André Carrilho

[Lisboa «avistada» da Zmab, ao 13.º dia ou 1.º (de 5, espera-se...) da 18.ª «Avalanche»...]

Lisboa Que Amanhece, Editora Abysmo
André Carrilho   - dito «construtor de Puzzles- (no)     - do Expresso

domingo, 12 de abril de 2015

Cais do Sodré - British Bar

- para C., morador em S. Paulo, entre os 9 (?) e os 23, no 232, 3 (prédio pombalino «colado» ao do Ascensor...),  o C. do S. era calcorreado quotidianamente...

Ilustração de João Catarino, para a Crónica habitual de A. Prado Coelho, no supl. «2» do Público, sobre o Mítico Relógio do não menos mítico espaço - na p. 31            ou                        AQUI
- Recortes:

[...] poiso predilecto de José Cardoso Pires, que no livro Lisboa, Livro de Bordo o descreveu assim: “Tem um sabor a cais sem água à vista, este lugar.”


[...] Teresa Madruga, recorda Eduardo Lourenço, diz a Bruno Ganz [no filme de Tanner]  “que andar ao contrário é uma forma como outras de medir o tempo”.

- [num dos anos iniciais, no «Paraíso AA», C. foi surpreendido pelas histórias do P. - mestre de E. F. - então, e ainda, Propriet. do vizinho «Americano» ]


quinta-feira, 5 de março de 2015

1.º de Dezembro (Rua)

Rua 1.º de Dezembro

 À hora X, no Café Portugal
à mesa Z, é sempre a mesma cena:
uma toupeira ergue a mãozinha e acena…
Dois picapaus querelam, muito entusiasmados:
que a dita dura dura que não dura
a dita dita dura dura desdita!
Um pássaro cantor diz que isto assim é pena
E um senhor avestruz engole ovos estrelados


Mário Cesariny, Nobilíssima visão. Lx, Assírio & Alvim, 1991, p. 19 [1.ª ed: 1959; escrito entre 1945-46]

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Rossio (Paris, Sintra...)


     No final do século XIX a Estação Central era o terminus do famoso Sud-Express, que ligava Lisboa à capital com que todos sonhavam: Paris.
Texto de Alexandra Prado Coelho e Ilustração de João Catarino
          A partir de 5 de Dez. de 89, ao final de tarde, C., então D. [já com 34...], juntava-se às M., nos sobrelotados comboios...; ia até ao Cacém, à F. D., onde fora nocturnamente colocado, num «MiniConc», iniciando o percurso que o trouxe até Aqui [...mesmo que Diaf. CONG., desde 05..., a palavra Carreira continua a «bater»...]

       Nesta «Crónica Urbana», de A. P. Coelho, também é referido, inevitav., o H. A. P., de 1892, onde, durante um ano, de out. de 85 a out. de 86, C. atravessava diariamente uma enorme Nave Escura... [outras histórias...]

Ler, na totalidade, na p. 31 do «2», supl. domin. do Público, de 08-02-2015, ou AQUI

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

«Lisboa desaparecida»

- «Saudades da Lisboa desaparecida» - da de antes do Terramoto - é o título do «dossiê compósito» publicado pelo Público
- Terreiro do Paço, Rossio (+ Jerónimos + Mafra), com comparação «tecno» entre Gravuras - cópias entre si? - algumas (re)descobertas...
- aqui fica o endereço - para «reencontrar» quando passar para a «Gaveta-Tela de Baixo...»
- AQUI
- REVER TAMBÉM - AQUI («Terreiro do Paço reconstruído»)

domingo, 2 de novembro de 2014

Rua Ivens + Rua Garrett + Querubim Lapa

Ilustração de Mónica Cid para a «Crónica Urbana» «Ritz  e Casa da Sorte, Lisboa» - em que Alexandra Prado Coelho se encontra com Mestre Q. L., 88 anos, preocupado com (o futuro da) a obra que «espalhou pela cidade...» -  na p. 31 da Rev. «2» do Público de hoje - OU AQUI

[Quando C., então D., «aportou» no Paraíso («9293», primeiro, «9697», depois), já Mestre Q. L. estaria «apos.» - mas raro seria o dia em que não o via por lá ... ]