Olisipo (Lisboa), numa reconstituição virtual de César Figueiredo para o filme Fundeadouro romano em Olisipo, de Raul Losada
[«Lusitânia, uma terra no fim do mundo» - artigo do Público, de 31-01, sobre Exposição no M. N. de Arq. - Daqui]
Não se ouvem aves; nem o choro duma nora! / Tomam por outra parte os viandantes; / E o ferro e a pedra - que união sonora! - / Retinem alto pelo espaço fora, / Com choques rijos, ásperos, cantantes. «Cristalizações», Cesário Verde
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| Ilustração de Patrícia Furtado para artigo «Imobilário» («A Avenida mais cara....») do DN - DAQUI |
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Ilustração de Mónica Cid, para a crónica de Alexandra Prado Coelho - «Quando a minha rua era uma aldeia» - na «Revista 2», em que se relaciona fotografia de obra de Marina Tavares Dias com memórias da própria cronista- DAQUI
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| Lisboa Que Amanhece, Editora Abysmo André Carrilho - dito «construtor de Puzzles- (no) - do Expresso |
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| Ilustração de João Catarino, para a Crónica habitual de A. Prado Coelho, no supl. «2» do Público, sobre o Mítico Relógio do não menos mítico espaço - na p. 31 ou AQUI - Recortes:
[...] poiso predilecto de José Cardoso Pires, que no livro Lisboa, Livro de Bordo o descreveu assim: “Tem um sabor a cais sem água à vista, este lugar.”
[...] Teresa Madruga, recorda Eduardo Lourenço, diz a Bruno Ganz [no filme de Tanner] “que andar ao contrário é uma forma como outras de medir o tempo”. - [num dos anos iniciais, no «Paraíso AA», C. foi surpreendido pelas histórias do P. - mestre de E. F. - então, e ainda, Propriet. do vizinho «Americano» ] |
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No final do século XIX a Estação Central era o terminus do famoso Sud-Express, que ligava Lisboa à capital com que todos sonhavam: Paris.
Texto de Alexandra Prado Coelho e Ilustração de João Catarino |
Ilustração de Mónica Cid para a «Crónica Urbana» «Ritz e Casa da Sorte, Lisboa» - em que Alexandra Prado Coelho se encontra com Mestre Q. L., 88 anos, preocupado com (o futuro da) a obra que «espalhou pela cidade...» - na p. 31 da Rev. «2» do Público de hoje - OU AQUI
[Quando C., então D., «aportou» no Paraíso («9293», primeiro, «9697», depois), já Mestre Q. L. estaria «apos.» - mas raro seria o dia em que não o via por lá ... ]
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| Ilustração de Mónica Cid, para a «Crónica Urbana», «Rua da Conceição», de Alexandra Prado Coelho, na REV. «2», p. 31, do Público de hoje OU AQUI
RECORTE FINAL:
Mas o que mais me encantava eram os botões. Caixas e caixas de botões, e nós
à procura de um igual ao que tinha caído da manga do casaco — ou então,
decididas a arrancar o da outra manga para substituir os dois por outros mais
bonitos. No exterior da caixa, de lado, alinhavam-se como uma família cinco
botões iguais, do maior até ao mais pequeno. Dentro da caixa, a família
multiplicava-se e misturava-se, e era preciso encontrar os dois gémeos com que
íamos sair da loja, embrulhados num pedaço de papel tão pequeno que a minha avó
tinha de o guardar no porta-moedas para não o perdermos.
Voltávamos para casa com o problema resolvido — e o mundo parecia organizado
como uma caixa de botões e confortável como uma meada de lã.
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| Ilustração de João Catarino |

.S.,então D., lembra-se de aí ter passado inúmeras vezes, com o PAI VELHO, no repetido «passeio de Domingo» da I. Ou de ir visitar a prima S., que morava perto. Mas continua por fazer o «passeio geometrizado», há muito planeado, relembrado por este roteiro por «fontes e chafarizes»(ora Selados), escrito por Alexandra Prado Coelho, na sua habitual «Crónica Urbana» («Os Hamams de Alfama»), na «Revista 2», do Público de 5 de Outubro, com ilust. de Mónica Cid. - TEXTO - AQUI
"Não tirar nada que não sejam fotografias e não deixar nada além de pegadas. Os princípios básicos de um explorador urbano encaixam perfeitamente em "Convento das Mónicas - Capítulo 7", uma exploração de Fabio Salvo, fotógrafo italiano [...] " NO P3, do Público - AQUI ![]() |
| Crónica de Alexandra Prado Coelho e ilustração de João Catarino, na «Revista 2» do Público, de 25 - 08, p. 34 - texto a ler AQUI Apoiada sobretudo na Fotobiografia, de Joaquim Vieira, a crónica roteiriza a obra «Pública» de Almada, em Lisboa
Recorte final:
[...] “Olha, aquele é o Almada Negreiros”, diz uma avó a uma menina de vestido às bolinhas que passeia na Ribeira das Naus. A menina, talvez de uns sete ou oito anos, provavelmente não sabe nada sobre esse homem que nasceu há 120, masolha para os dois olhos e as linhas rectas que deles saem, e talvez se interrogue se é de riso ou espanto, ironia ou mágoa, zanga ou sabedoria, esse olhar que nos interpela, logo antes do céu e do mar.
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O arquitecto Cassiano Branco desenhou uma fachada inusitada, num edifício que, desde a sua construção nos anos 1930, sempre se destacou no meio de uma Avenida da Liberdade mais clássica.
Ilustração de Eduardo Salavisa para a Crónica «Nazis e Comunistas na Avenida», de Alexandra Prado Coelho, na «Revista 2» do Público, 18-11-2012
Recorte:
O Victória tinha "instalações modelares de rara comodidade, com todo o conforto", às quais se somava, a acreditar num anúncio da época, um "grande terraço com emocionante vista dominando toda a cidade". [...] Ao que parece, o conforto do Victória convenceu os espiões alemães, que, durante a II Guerra Mundial, andavam atarefadíssimos por Lisboa, e, nos intervalos, gostavam de descansar nos quartos, no bar e no restaurante. Conta ainda o Restos de Colecção [blogue que «informa» a Crónica] que dos hotéis pró-Eixo, em que se incluíam o Avenida Palace e o Tivoli, era o Victória o considerado mais perigoso pelos americanos.
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