Não se ouvem aves; nem o choro duma nora! / Tomam por outra parte os viandantes; / E o ferro e a pedra - que união sonora! - / Retinem alto pelo espaço fora, / Com choques rijos, ásperos, cantantes. «Cristalizações», Cesário Verde
sexta-feira, 23 de março de 2018
segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
«Lisboa revisitada» - Castro Mendes
- convocar João Zorro, Fiama e Pessoa (Campos e «Mensagem») em seis versos é Obra...
LISBOA REVISITADA
Perdem as casas suas várias cores
e as barcas novas aguardam melhor maré,
à falta de vento.
Deixámo-nos ficar?
Há uma nau que nunca regressou.
Essa será a nossa.
LISBOA REVISITADA
Perdem as casas suas várias cores
e as barcas novas aguardam melhor maré,
à falta de vento.
Deixámo-nos ficar?
Há uma nau que nunca regressou.
Essa será a nossa.
Luís Filipe Castro Mendes, Outro Ulisses regressa a casa, Assírio & Alvim, 2016, p. 15
domingo, 31 de dezembro de 2017
Chiado
- ao lado, no
«Visita Guiada»,
Oliveira Martins fala
das Igrejas do Chiado...
- desenho de
artigo do
DN, de hoje,
DAQUI
«Visita Guiada»,
Oliveira Martins fala
das Igrejas do Chiado...
- desenho de
artigo do
DN, de hoje,
DAQUI
domingo, 26 de novembro de 2017
Rossio (Estação e Túnel)
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| Ilustração de Mara Silva., fotografada da p. 15 |
[Há monstros no túnel] Adq. no sábado no Superm. P. D., é o livro premiado na 4.ª ed. ...[...];
- irá para a Bib. «antecipada» de M....
- irá para a Bib. «antecipada» de M....
Do autor do texto, Diogo A. Pécurto (apelido que só poderia vir do A...) é referido "que sonha morar na Castinceira dos avós, no Alentejo profundo..."
O protagonista, Diogo, vem da periferia e adormece no túnel do Rossio, «viajando» pelo percurso de LX., por onde a seguir viajará...
Excerto:[...] E esta voz na minha cabeça, quem é?!
«Sou eu!»
OK Diogo, mantém-te calmo, tens cinco anos e uns trocos, menos do que gostarias, mas quase seis.[...], p. 14
segunda-feira, 9 de outubro de 2017
Ribeira das Naus
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| fotografado da «Estampa» |
- a última «estampa» da Coleção do DN, com fotos de 1948, em «confronto» com actuais...
- texto que as acompanha:
"Em 18 de Agosto de 1948, o DN anunciava a abertura da nova Avenida da R. das N. [...] Era tanta a pressa de aliviar a paralela Rua do Arsenal, congestionada pelos eléctricos, que foi inaugurada sem estar ainda toda pavimentada. Era verão e a Câmara mandou um autotanque para, à mangueirada, pousar a poeira... A Avenida "mordia" em terrenos do Arsenal da Marinha, abrindo-os para a solução actual, que os recuperou para passeio público. Duas fotos, dois momentos, um mesmo fado, juntar o Tejo a Lisboa."
sexta-feira, 21 de julho de 2017
sexta-feira, 2 de junho de 2017
«Lisboa, Menina e Moça...»), por R. A. P.
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| ILUST. de João Fazenda |
- lida hoje, na habitual página da Visão - em pastiche sarcástico com o famoso poema de Ary dos Santos
- COMP, AQUI
Recortes:
No Castelo ponho um cotovelo mesmo em cima da casa da Monica Belluci, em Alfama descanso o olhar no apartamento do Michael Fassbender, [...] À Ribeira encosto a cabeça, almofada da cama do Tejo repleto de navios de cruzeiro, [...] Lisboa menina e moça, menina, da luz que os meus olhos vêem, tão pura, embora ligeiramente obscurecida pelo fumo dos tuk-tuks, teus seios são as colinas, varina cujo nível de vida piorou [...] Cidade a ponto-luz bordada, toalha à beira-mar estendida sobre a qual turistas ébrios curam ressacas. Lisboa menina e moça, amada, cidade mulher da minha vida [...]No Terreiro eu passo por ti e posso adquirir várias bugigangas em cortiça, [...] Mas na Graça eu vejo-te nua, [...]És mulher da rua porque até às três não vale a pena ires para casa, [...] . E no bairro mais alto do sonho, aquele em que mora o Éric Cantona, ponho um fado [...]Lisboa no meu amor deitada, pagando 350 euros por dormida, cidade por minhas mãos despida para pôr o vestido à venda numa loja de roupa vintage do Bairro Alto. Lisboa menina e moça, amada, cidade mulher da minha vida com rendas pela hora da morte.
- Crónica publicada na VISÃO 1265, de 1 de junho de 2017 - [sublinhados acrescentados]
quarta-feira, 29 de março de 2017
domingo, 19 de março de 2017
«Cais do Sodré»
- foi um dos «destaques» de ontem..., na Casa do Público, artigo com vídeo «panorâmico» - AQUI
sexta-feira, 17 de março de 2017
Santa Justa (Elevador) - Ana Marques Gastão
[o livro é de Setembro de 2015; foi um dos que a General Z., há tempos, «determinada», «despejou», da (mesa) da Sala, para o Pavimento do ESC...; só agora foi «relocalizado»...
ELEVADOR
O de Santa Justa tem unhas e olhos de
púrpura, não se rende aos pecados dos
homens e, como um monstro, lança os
braços pelas janelas e deixa-se cair pela
escadaria que dá para o Ouro e a Prata.
Cintilam degraus sem glória, graças aos
cabelos de motor na cidade submersa.
Ninguém suporta a estreiteza do espaço
ouvem-se bramidos por dentro do metal,
o amor gira em controvérsia sabendo que
tudo nele se fundou e logo se desfaz. Algo
detém o homem e a mulher no seu He He
de altura da dor, da largura da falta, do pão
fresco ausente. Ela é perfume virtual. Ele,
já a partir, parece, um avião de asas-cruz.
Ana Marques Gastão, L de Lisboa, 2015, Assírio & Alvim, p. 46
domingo, 12 de março de 2017
«RUA DA ROSA: O POMBO» - F. A. P.
[J. foi à estante «Nobre», buscar A Musa Irregular, para (re)verificação de «As Balas»...; e estava este outro marcado com «p-it», de outra «ocasião»...; qual, não se lembra, nem porquê, claro ...]
RUA DA ROSA, LISBOA: O POMBO
Se o galo gala o pombo pomba? este pombava
ao sol das três da tarde lisboeta num passeio da Rua da Rosa
senhor de si não digo nem arrogante mas com alguns
direitos v. g. do apetite
pombava enquanto carros subiam em segunda aí está cauteloso
o peito inflado as penas do rabo num leque amorável sendo
nele tudo isto a «a procura de Deus derramado na urbe»
a vinte e dois anos e meio do fim do mundo
ó futurólogos que não me largais
preciso para o voyeur: pombava e dançava e nos intervalos
céleres da dança pombava ainda apesar de tudo obsequioso
com a fêmea não fosse ela sôbolos pneus que rodam
rua acima ficar-se como a amiga de Ignacio Morel (in Ramón J. Sender)
igual a mim quando pombo ia pombando este pois que se trata
de a buscar sempre mesmo repetida
de uma geração a outra aquilo que é soberbo o amor a novidade
direitos v. g. do apetite
pombava enquanto carros subiam em segunda aí está cauteloso
o peito inflado as penas do rabo num leque amorável sendo
nele tudo isto a «a procura de Deus derramado na urbe»
a vinte e dois anos e meio do fim do mundo
ó futurólogos que não me largais
preciso para o voyeur: pombava e dançava e nos intervalos
céleres da dança pombava ainda apesar de tudo obsequioso
com a fêmea não fosse ela sôbolos pneus que rodam
rua acima ficar-se como a amiga de Ignacio Morel (in Ramón J. Sender)
igual a mim quando pombo ia pombando este pois que se trata
de a buscar sempre mesmo repetida
de uma geração a outra aquilo que é soberbo o amor a novidade
Fernando Assis Pacheco, Memórias do Contencioso, 1980, transcrito da p. 117 de A Musa Irregular, 1991
sexta-feira, 3 de março de 2017
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
Rua Garrett, 37: Querubim Conventual
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| Fotos de Miguel Manso |
- mesmo cedo, a um domingo, rapidamente o espaço encheu; uma das Oficiantes informou que só tinham aberto a 27 de Janeiro...;
- passar da Lotaria àquele «mar de Amarelo», com Querubim «em volta» é Obra; o artigo da «Fugas», de sábado, relata a preservação das Placas Cerâmicas...:
[...] Os dois anos de obras foram preenchidos por preocupações para conseguir preservar o património da antiga Casa da Sorte: o resultado de um trabalho “com características únicas” de articulação entre um arquitecto (Francisco Conceição Silva, 1922-1982) e um ceramista (Querubim Lapa, 1925-2016), comenta à Fugas Rita Gomes Ferrão, historiadora da Arte. [...]
domingo, 12 de fevereiro de 2017
Lisboa (ao Som de)
- livro, projeto, objeto...
[relocalizado]
- no endereço da «Letra Pequena» - AQUI
- «Casa do Lançamento» - FRancisca Ramalho - AQUI e AQUI
[relocalizado]
- no endereço da «Letra Pequena» - AQUI
- «Casa do Lançamento» - FRancisca Ramalho - AQUI e AQUI
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
João do Rio (praça) - Manuel Alegre
PRAÇA JOÃO DO RIO
OU
O SEGUNDO POEMA DO PORTUGUÊS ERRANTE
Lisboa é esta praça com árvores e com pássaros
melros piscos toutinegras rouxinóis
e barcos inconcretos nos telhados onde
o azul do céu é já um mar do avesso
um reflexo do Tejo ou talvez um
pressentimento de ocidente ocaso Cabo Raso
um navegar só verbo em navio nenhum.
Lisboa é esta janela de onde vejo
tudo o que não se vê que é o que há mais
em Lisboa onde se vê mesmo sem ver o Tejo
e onde cada varanda é sempre um cais.
Lisboa é esta praça e esta janela
minha nau capitânia sobre o insondável
dentro de casa eu vou de caravela
Bartolomeu Dias neste mar inavegável
não há Índia perdida que não possa ser achada
Lisboa é esta praça e esta viagem
esta partida mesmo se parada
este embarcar no azul até chegar àquela margem
em cuja linha só o abstrato pensamento passa
a margem única e absoluta não mais que pura imagem
sem precisar sequer sair da Praça
João do Rio número onze quarto direito
onde eu Ulisses vou à proa
além de qualquer cabo e qualquer estreito
em Lisboa por dentro de Lisboa.
OU
O SEGUNDO POEMA DO PORTUGUÊS ERRANTE
Lisboa é esta praça com árvores e com pássaros
melros piscos toutinegras rouxinóis
e barcos inconcretos nos telhados onde
o azul do céu é já um mar do avesso
um reflexo do Tejo ou talvez um
pressentimento de ocidente ocaso Cabo Raso
um navegar só verbo em navio nenhum.
Lisboa é esta janela de onde vejo
tudo o que não se vê que é o que há mais
em Lisboa onde se vê mesmo sem ver o Tejo
e onde cada varanda é sempre um cais.
Lisboa é esta praça e esta janela
minha nau capitânia sobre o insondável
dentro de casa eu vou de caravela
Bartolomeu Dias neste mar inavegável
não há Índia perdida que não possa ser achada
Lisboa é esta praça e esta viagem
esta partida mesmo se parada
este embarcar no azul até chegar àquela margem
em cuja linha só o abstrato pensamento passa
a margem única e absoluta não mais que pura imagem
sem precisar sequer sair da Praça
João do Rio número onze quarto direito
onde eu Ulisses vou à proa
além de qualquer cabo e qualquer estreito
em Lisboa por dentro de Lisboa.
Manuel Alegre, Livro do Português Errante, 2001, D. Quixote, pp. 39, 40
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| Inscrito na pedra - imagem do Sítio da C. M. - DAQUI |
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
«Da D. Carlos até ao Chile» - Manuel Alegre
LISBOA COM CESÁRIO E MELANCOLIA
1.
Há uma tal intensidade de Cesário
em certas horas de maior melancolia
que até o arranque de um eléctrico solitário
tem um não sei quê de alexandrino ao fim do dia.
2.
Passeei hoje por Lisboa a pé
como por dentro de um poema de Cesário.
Da D. Carlos até ao Chile
foram estrofes e estrofes de ferragens
bugigangas bulício maresia
com imagens do Tejo de passagem
armazéns onde cheira a especiaria
e gente em cujo rosto há ainda um rastro
um resto de viagem e melancolia.
1.
Há uma tal intensidade de Cesário
em certas horas de maior melancolia
que até o arranque de um eléctrico solitário
tem um não sei quê de alexandrino ao fim do dia.
2.
Passeei hoje por Lisboa a pé
como por dentro de um poema de Cesário.
Da D. Carlos até ao Chile
foram estrofes e estrofes de ferragens
bugigangas bulício maresia
com imagens do Tejo de passagem
armazéns onde cheira a especiaria
e gente em cujo rosto há ainda um rastro
um resto de viagem e melancolia.
12.11.93
Manuel Alegre - transcrito da p. 817, da Obra Poética, 2000
domingo, 18 de dezembro de 2016
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
Glória (Elevador da)
Do «P3» - DAQUI
«Lisboa Taciturna e um pequeno clarão de luz»
Recortes: [...] Rui Rodrigues, 39 anos, trabalha como designer (...) e começou a fotografar há cerca de dez anos "de forma esporádica". (...) Viveu em Torres Vedras muitos anos e hoje vive "a cidade com a luz mais bonita do mundo" na companhia do filho, que há dois anos ilumina uma galeria de fotos taciturnas e muitas vezes severas — "velhotes, pessoas cabisbaixas, nevoeiro, o Tejo oriental dos barcos e dos batelões". "(...) Cartier-Bresson disse que "a fotografia é colocar na mesma linha de visão a cabeça, o olhar e o coração". A fotografa de Rui entende esse equilíbrio.
domingo, 27 de novembro de 2016
«Lisboa, Uma Grande Surpresa»
- É o título da exposição que resulta da recente reescrita da História - neste caso da Fotografia «sobre» Lisboa
- uma década (1898-1908) de exaustivo levantamento - agora «resgatada» de um século de Anonimato
- é Obra
- história «de uma Lisboa Triste» contada por Sérgio B. Gomes no «P2» de hoje
- uma década (1898-1908) de exaustivo levantamento - agora «resgatada» de um século de Anonimato
- é Obra
- história «de uma Lisboa Triste» contada por Sérgio B. Gomes no «P2» de hoje
domingo, 6 de novembro de 2016
sábado, 29 de outubro de 2016
URGENTE: alguém faça um destes para Lisboa...
Lido no «Fugas» - AQUI
- Joana Estrela, «designer» e Ilustradora, editou um MAPA com a lista dos «10 melhores lugares do Porto para CHORAR...»
- vão (da casa de banho) «da cave do bar Plano B, junto à Torre dos Clérigos» até à Foz (“que podia ser mais perfeito que olhar o mar e chorar?”), passando pelo “paraíso dos gatos”, pela «Casa da Mariquinhas» (rest.), «Prado do Repouso» (cemit.) e OUTROS... - vai ser de «rir e chorar por mais», certamente...
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
Lisboa («Nocturno de») - Eugénio
NOCTURNO DE LISBOA
Pela noite adiante, com a
morte na algibeira,
cada homem procura um rio
para dormir,
e com os pés na lua ou num
grão de areia
enrola-se no sono que lhe
quer fugir.
Cada sonho morre às mãos
doutro sonho.
Dez reis de amor foram gastos
a esperar.
O céu que nos promete um anjo
bêbado
é um colchão sujo num quinto andar.
Eugénio de Andrade (1923-2005), de Os amantes sem dinheiro (1950)
domingo, 9 de outubro de 2016
sábado, 8 de outubro de 2016
«Luzboa» - «Ilha dos Amores» - «V Império»
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«De Nuno Gama não se pode dizer que não parte um prato. Pôs 78 homens alinhados na Praça do Império, todos de prato em riste. Cada prato tem uma palavra. [...] último acto do único grande desfile aberto ao público da ModaLisboa. De repente, as palavras – “badalhoco”, “bissexual”, “preconceito”, “muçulmano”, “caixa d’óculos” ou “diferença” – vão ao ar e despedaçam-se no chão. E a banda continua a tocar.
O sol abrasador deste sábado em Belém recebeu a colecção de Gama para o próximo Verão, vinda da Ilha dos Amores a caminho do V Império. Luzboa, [...]
Recorte do texto de Joana Amaral Cardoso, do Público - DAQUI Fotógrafo identificado |
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
segunda-feira, 18 de julho de 2016
«Chafariz de Dentro» + «a Verdinha» de J. B....
- por volta dos 16' 25'', do programa «Literatura Aqui», de 5 de Julho, da RTP 2, J. B. como «Cicerone» da narrativa com que participou na Obra «Ler e Ver Lisboa»... e dos seus próprios percursos pela cidade...
- [quanto ao livro, parece que será necessário ir ao Saldanha, à L. M....]
domingo, 15 de maio de 2016
sexta-feira, 29 de abril de 2016
Roteiro - em «5 Etapas»
- com partida e regresso ao Jardim Constantino - com diverso material, sugestões, informações... - a percorrer, no próximo Verão?
- «Da Rua das Barracas à da Inveja» - no Observador
- «Da Rua das Barracas à da Inveja» - no Observador
sexta-feira, 22 de abril de 2016
sábado, 9 de abril de 2016
«Os meninos e as meninas» - Querubim Lapa
'Os Meninos e as Meninas', na Escola Mestre Querubim Lapa, em Campolide, Lisboa
| PAULO SPRANGER / GLOBAL IMAGENS -
do «DN» |
quarta-feira, 6 de abril de 2016
Rua da Prata, 78
[11 e 45;
Rua da Prata, no toldo do n.º 78:
"The World needs Nata"
[Marcha: "Cá vai Lisboa..."]
- Augusta, Conceição - o ponteiro custou mais 3 euros do que o da última vez - Prata;
- parece Outro Mundo, com prédios por RecUp. e lojas que «já foram»; a 10 metros, na Augusta, Flui o Rio dos Turis., quais CARN....]
"The World needs Nata"
[Marcha: "Cá vai Lisboa..."]
domingo, 27 de março de 2016
Alcaçarias (Largo das) + Zimler + Judiarias + Apaga-Apaga
| PAULO SPRANGER/GLOBAL IMAGENS |
O artigo, do DN, faz o «roteiro» do Roteiro construído a partir de "O último cabalista..." (de 96, e que D. leu, há anos, já) [...]
- na páscoa de 1506...
(V. recorda que muita coisa saiu, sobre esse Massacre, pelo centenário, ...)
- ao Passeio, pp. dito (do Rossio a Alfama), a Mentora chama "Exercício de Apaga-Apaga" (ou da "borracha mágica")
- DAQUI
segunda-feira, 14 de março de 2016
Vila Martel (+ Columbano + Antero + Skapinakis...)
![]() |
| Lisboa vista da Vila Martel por Nikias Skapinakis, 1956 |
«O sítio onde Columbano pintou Antero» - Artigo, da hist. Margarida Elias - que traça a história da Vila, no Público de hoje
- AQUI
No mesmo endereço, artigo que avalia o que já se fez nessa zona da Encosta da Glória e o que mais se planeia fazer...
AQUI
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Lisboa Romana
Olisipo (Lisboa), numa reconstituição virtual de César Figueiredo para o filme Fundeadouro romano em Olisipo, de Raul Losada
[«Lusitânia, uma terra no fim do mundo» - artigo do Público, de 31-01, sobre Exposição no M. N. de Arq. - Daqui]
sábado, 30 de janeiro de 2016
"[...] despertam-me um desejo absurdo de prazer"
"[...] que as sombras, o bulício, a maresia / despertam-me um desejo absurdo de sofrer" (« O sentimento de um ocidental», Cesário Verde)
"[...] despertam-me um desejo absurdo de prazer." (MEC, na Narrativa de hoje - «Lisboa Dantes» - AQUI
- sem comentários
"[...] despertam-me um desejo absurdo de prazer." (MEC, na Narrativa de hoje - «Lisboa Dantes» - AQUI
- sem comentários
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
Lisboa como Palco Publicitário
- até como «acelerado» Palco Publicitário, Lisboa «fica Bem..»
- ruas e zonas representadas: Cais do Sodré, Terreiro do Paço, Rua do Alecrim...
https://www.youtube.com/watch?v=e_vL-xam9Vo
domingo, 17 de janeiro de 2016
Liberdade (Avenida da)
![]() |
| Ilustração de Patrícia Furtado para artigo «Imobilário» («A Avenida mais cara....») do DN - DAQUI |
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
Ardinas
- Ardinas, D. conheceu muitos, quando foi C. [...]; o cheiro do papel e das sacas de Lona que carregavam aos ombros [...]; alguns, em quiosques impro-visados; a maioria "deambulantes"; o Sr. [...], com o Estaminé pendurado no GRadeamento da Conservatória do R. Autom., emprestava-lhe todos os jornais, revistas e «BD.s» de então - com eles, o Menino ocupava as manhãs, isentas de aulas [...]
- «meu irmão» é uma da expressões que o sr. J. C. S. dirige aos compradores, há anos, do seu Quiosque, «do modelo único» actual, instalado em frente à COR., no Chile - brasileiro, figura humorada, tem «leituras e estudos»- V. já o verificou várias vezes [...]; foi-lhe mostrar a ilustração, parodiando «que era ele» (...)
Ilustração de João Catarino, para a Crónica de Alexandra Prado Coelho (autobiog.), na «Revista» 2, do Público de domingo, 20 (primeiro da PAUSA, Aleluia) -
RECORTE inicial:
Lembro-me muito bem do som, um baque surdo, do jornal a aterrar no tapete à porta de nossa casa. Era entregue todos os dias de manhã cedo pela “senhora dos jornais”. Eu ouvia os ruídos tão familiares que o elevador fazia e pelos quais confirmava que já tinha passado o terceiro andar e que estava a chegar ao quarto, o nosso. As portas metálicas abriam-se e o jornal voava um metro até à porta. Ainda de pijama, eu entreabria a porta e puxava-o para dentro. [...]
Restante: - AQUIsexta-feira, 11 de dezembro de 2015
Rua Nova dos Mercadores
«A quinta avenida do século XVI ficava em Lisboa»
Dois quadros descobertos em 2009 originaram um livro sobre a Lisboa quinhentista e a Rua Nova dos Mercadores. Naquela artéria confluíam produtos do império e gentes de todo o mundo, transformando a capital portuguesa numa cidade global.
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
EntreCampos (Rua de)
![]() |
Ilustração de Mónica Cid, para a crónica de Alexandra Prado Coelho - «Quando a minha rua era uma aldeia» - na «Revista 2», em que se relaciona fotografia de obra de Marina Tavares Dias com memórias da própria cronista- DAQUI
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